sexta-feira, 18 de julho de 2014

Nova Arca da Aliança

Pe. PEDRO MARIA – Estudos:

                                             A Nova Arca da Aliança


1.  A  Arca da  Antiga  Aliança  
                                            
a)  Sua feitura:                                                                   

Ex. 25,10:- Farão uma Arca de madeira de acácia; seu comprimento será de dois côvados e meio, sua largura, sua largura de um côvado e meio, e sua altura de um côvado e meio.

b)  Sua veneração:                                                                 

Jz 20,27:- E consultaram-no. – Naquele tempo a Arca da Aliança de Deus estava lá, com Finéias, filho de Eleazar, filho de Aarão, que se conservava junto dela.

c)  Seu poder:                                                                       

Nm 10,35:- Quando a arca se levantava, Moisés dizia: “Levantai-vos, Senhor, e sejam dispersos os vossos inimigos! Fujam de vossa face os que vos aborrecem”!

d)  Seu oráculo:                                                                  

Nm 7,89:- Quando Moisés entrava na tenda de reunião para falar com o Senhor, ouvia a voz que lhe falava de cima do propiciatório colocado sobre a arca do testemunho, entre os dois querubins. E falava com o Senhor.

Ex. 25,22:- Ali virei ter contigo, e é de cima da tampa do meio dos querubins que estão sobre a Arca da Aliança, que te darei todas as minhas ordens para os israelitas.

e)  Nas procissões: (caminhadas bíblica)                          

Jr 3,3:- dando ao povo esta ordem: “Quando virdes a Arca da Aliança do Senhor, vosso Deus, levada pelos sacerdotes, filhos de Levi, deixareis vosso acampamento e vos poreis em marcha, seguindo-a”.

Js 6,4:- Sete sacerdotes tocando sete trombetas, irão adiante da Arca. No sétimo dia dareis sete vezes volta à cidade, tocando os sacerdotes a trombeta.

Js 6,9:- Marcharam os guerreiros diante dos sacerdotes que trocavam a trombeta, e à retaguarda seguia a arca; e durante toda a marcha ouvia-se o retinir das trombetas.

Js 6,11:- A arca do Senhor deu uma volta à cidade, e retornaram ao acampamento para ali passar a noite.

f)  Troféu de vitória:                                                            

I Sm 5,3:- No dia seguinte, levantando-se pela manhã os habitantes de Azot, viram dagon estendido com o rosto por terra diante da arca do Senhor. Levantaram o ídolo e repuseram no seu lugar.

g)  Seu desaparecimento:                                                    

II Mac 2,4-6:- O escrito mencionava também como o profeta, pela fé da revelação, havia desejado fazer-se acompanhar pela arca e pelo tabernáculo, quando subisse a montanha que subiu Moisés para contemplar a herança de Deus. No momento em que chegou, descobriu uma vasta caverna, na qual mandou depositar a arca, o tabernáculo e o altar dos perfumes; em seguida tampou a entrada. Alguns daqueles que o haviam acompanhado voltaram para marcar o caminho com sinais, mas não puderam achá-lo.

h)  Seu reaparecimento:                                                    

II Mac 2,7:- Quando Jeremias soube, repreendeu-os e disse-lhes que esse lugar ficaria desconhecido, até que Deus reunisse seu povo e usasse com ele de misericórdia.

Obs.: SEU POV0: essa profecia diz respeito, provavelmente à reunião do povo judeu no fim do mundo, a grande esperança despertada após o exílio. Mt 24,31:- Ele enviará seus anjos com estridentes trombetas, e juntarão seus escolhidos dos quatro ventos, duma extremidade do céu à outra.

i) Não terá mais necessidade: Os tempos messiânicos se aproximam.                                                

Jr 3,16:- Quando vos multiplicardes e numerosos vos tornardes na terra, naqueles dias – oráculo do Senhor – não mais se falará da Arca da Aliança do Senhor; nem mais se pensará nela, perdendo-se a lembrança e a santidade; nem a ela se há de referir.

Obs.: Não se falará mais: trata-se de um tempo em que israelitas terão compreendido o culto interior, e em que, desaparecida a Arca, não julgarão necessária substituí-la.                                                           

Jr 31,33-34:- Eis a aliança que, então, farei com a casa de Israel – oráculo do Senhor: Incutir-lhe-ei a minha lei; gravá-la-ei em seu coração. Serei o seu Deus e Israel será o meu povo. Então ninguém terá encargo de instruir seu próximo ou irmão, dizendo: “Aprende a conhecer o Senhor”, porque todos me conhecerão, grandes e pequenos – oráculo do Senhor – pois a todos perdoarei as faltas, sem guardar nenhuma lembrança de seus pecados.

2.  A Arca da Nova Aliança:

a)     Em virtude da Encarnação, é Maria Santíssima:           

Jo 1,14 ( no original grego): “O Logos se fez  carne e armou seu Tabernáculo no meio de nós”.

b) A Arca  trazia  o  maná,  a   vara  de Aarão e as tábuas do testemunho.                                                           

Hb 9,4:- Aí estava o altar de ouro para os perfumes, e a Arca da Aliança coberta de ouro por todos os lados; dentro dela, a urna de ouro contendo o maná, a vara de Aarão que floresceu e as tábuas da aliança.

·        Ora, Maria, qual Nova Arca, trouxe em seu seio Jesus, Pão Vivo descido do Céu.                                        

Jo 6,51:- Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo.

·        Maria, a Arca do Novo Testamento, trouxe Jesus, Flor do campo.                                                                   

Ct 2,1:- sou o narciso de Saron, o lírio dos vales.

·        Maria, Arca da Nova Aliança, “trouxe em seu seio, não só a lei, mas o próprio autor da lei:” Deus Humanado ( Sto. Ambrósio  + 397)

Dt 10,4:- O Senhor gravou nas novas pedras o que tinha escrito nas primeiras, as dez palavras que vos tinha dirigido no monte, do meio do fogo, no dia da assembléia. Devolveu-mas em seguida,

Dt 5,1:- Moisés convocou todo o Israel e disse-lhe: “Ouve, ó Israel, as leis e os preceitos que hoje proclamo aos teus ouvidos: aprende-os e pratica-os cuidadosamente.

c) Em virtude da presença especial do Espírito Santo, Maria torna-se a Arca dourada do Espírito: “Alegra-te, casa de Deus e do Verbo... Alegra-te, Arca dourada do Espírito”. ( São Romano Melódio – Séc. VI)

Ex 25,11:- Tu a recobrirás de ouro puro por dentro, e farás por fora, em volta dela, uma bordadura de ouro.

d) Provas bíblicas: nos paralelismos: Arca = Maria.            

Ex 40,35 (Ave Maria):- E era impossível a Moisés entrar na tenda de reunião, porque a nuvem pairava sobre ela, e a glória do Senhor enchia o tabernáculo. ( Ex 40 Ex 40,33 (Vulgata):- Moisés não podia entrar      no tabernáculo da aliança, visto que a nuvem cobria tudo, e a majestade do Senhor resplandecia, tendo a nuvem coberto todas as coisas. Lc 1,35:- Respondeu-lhe o anjo: “O Espírito descerá sobre ti, e a força do Altíssimo te envolverá com sua sombra. Por isso o ente santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus.

II Sm 6,9:- Naquele dia, Davi teve medo do Senhor, e disse: “Como entrará a arca do Senhor em minha casa?” Lc 1,43:- Donde me vem esta honra de vir a mim a Mãe do meu Senhor? (O Sl 99,3 nos diz: “Sabei que o Senhor é Deus”)

II Sm 6,11:- Ficou a arca do Senhor três meses na casa de Obed-Edom de Get, e o Senhor abençoou-o com toda a sua família. Lc 1,56:- Maria ficou com Isabel cerca de três meses. Depois voltou para sua casa.

Lucas se utiliza de textos do AT para provar que Nossa Senhora é a verdadeira arca da aliança.

Lucas identifica Maria com Sião

Sf 3,14:- Solta gritos de alegria, filha de Sião! Solta gritos de júbilo, ó Israel! Alegra-te e rejubila de todo o teu coração, filha de Jerusalém! = Lc 1,28:- Entrando o anjo, disse-lhe: “Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo”.

Sf 3,16:- Naquele dia dir-se-á em Jerusalém: “Não temas, Sião! Não se enfraqueçam os teus braços! = Lc 1,30:- O anjo disse-lhe: “Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus...” =            Jl 2,21:- Não temas, terra, estremece de alegria e de júbilo, porque o Senhor fez grandes coisas.

Sião é a personificação do povo eleito. Sião aguardava vinda do Messias. Maria já o recebe em seu seio. Conferir ainda:

Zc 9,9:- Exulta de alegria filha de Sião, solta gritos de júbilo, filha de Jerusalém: eis que vem a ti o teu rei, justo e vitorioso; ele é simples e vem montado num jumento, no potro de uma jumenta.

Obs.: Texto citado em Mt 21,5 e Jo 12,15.

Zc 2,14:- Solta gritos de alegria, regozija-te, filha de Sião. Eis que venho residir no meio de ti – oráculo do Senhor.

Is 12,6:- Exultai-vos de gozo e alegria, habitantes de Sião, porque é grande no meio de vós o Santo de Israel.

Jl 2,21:- Não temas, terra, estremece de alegria e de júblilo, porque o Senhor fez grandes coisas.

Jl 2,23:- Alegrai-vos, filhos de Sião, e rejubilai no Senhor, vosso Deus, porque ele vos dá as chuvas do outono no tempo oportuno, e faz cair chuvas copiosas sobre vós, as chuvas do outono e da primavera, como dantes.

Midraxe  =  atualização de textos do AT

e) Em João, a Arca é identificada com uma Mulher:


Ap 11,19:- Abriu-se o templo de Deus no céu e apareceu, no seu templo, a arca do seu testamento. Houve relâmpagos, vozes, trovões, terremotos e forte saraiva. Ap 12,1:- Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas.

Obs.: Uma Mulher: esta mãe mística é a cidade de Deus, a Jerusalém celeste. A sinagoga, em sua madureza espiritual, dá à luz a Cristo e em seguida a Igreja dá à luz os cristãos. Os seus traços adaptam-se também a nossa Senhora, à Virgem Maria: nas dores de sua “compaixão” ela dá à luz os irmãos de Cristo que formam, unidos com ele, o Cristo total.

f) Em Hb 9,11, o tabernáculo pode ser tanto a carne de Jesus, quanto Nossa Senhora.

Hb 9,11:- Porém, já veio Cristo, Sumo-Sacerdote dos bens vindouros. E através de um tabernáculo mais excelente e mais perfeito, não construído por mãos humanas (isto é, não deste mundo).




Autoria: Pe. Pedro Maria.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Desejo de Moisés é Nosso Também

Desejo de Moisés


Creio que o maior desejo, de grande parte dos que creem em Deus, é estar com o Senhor Jesus no paraíso e contemplar, face a face, o Deus de Abraão, de Isaac e Jacó.

  Moisés desejava ver a Deus. O Senhor Javé, então, lhe disse: vou fazer passar diante de ti todo o meu esplendor, e pronunciarei diante de ti o nome de Javé. Dou a minha graça a quem quero, e uso de misericórdia com quem me apraz. Mas, ajuntou o Senhor, não poderás ver a minha face, pois o homem não me poderá ver e continuar a viver. Eis um lugar perto de mim, disse o Senhor; tu estarás sobre a rocha. Quando a minha glória passar, ti porei na fenda da rocha e te cobrirei com a mão, até que eu tenha passado. Retirarei depois a mão, e me verás por detrás. Quanto a minha face, ela não pode ser vista. (Ex 33,18-20).

Observemos que Moisés, chamado por Deus e enviado de volta ao Egito com a missão de libertar o seu povo, de uma escravidão de cerca de quatrocentos anos, atravessando a pé enxuto o mar vermelho e, caminhando, através do deserto, por cerca de quarenta anos, até que encerrou sua missão libertadora sobre o monte santo de Deus, de onde, finalmente, contemplou a terra prometida por Deus a Abraão, onde corria leite e mel, após o que seu corpo não foi encontrado, desapareceu.

Quando lemos a Epístola de São Judas, o que se lê no versículo nono?  O arcanjo Miguel discutia com o demônio e lhe disputava o corpo de Moisés, não ousou fulminar contra ele uma sentença de execração, mas disse somente: Que o próprio Senhor te repreenda”! (Jd 9).

Ora, que podemos depreender desse diálogo do Arcanjo contra o demônio?  Uma conclusão que me vem ao coração: O Senhor, Deus de Israel, teria ordenado que o Arcanjo Miguel sepultasse o corpo de Moisés em lugar desconhecido dos israelitas, certamente, para evitar romarias e cultos ao libertador do povo de Deus, de uma escravidão histórica, do Egito.  Assim, o que o demônio, certamente, desejava, era exatamente o contrário, que os israelitas ficassem presos à figura de Moisés. (Dt 34,1-12). Também, parece-me que, para evitar coisas semelhantes, o profeta Jeremias escondeu a arca da aliança em uma caverna, em lugar ignorado. (II Mc 2,1-6).

Como se pode concluir, nosso Deus é ciumento; não aceita outros deuses dividindo com ele seu amor nos corações de seus filhos!... Pois, nosso coração é templo de Deus (I Cor 3,16); e nosso corpo é templo do Espírito Santo. (I Cor 6.19-20).

Assim, pois, nós, que estamos salvos em Jesus Cristo (Jo. 1,11-13), somos moradas de Deus (Jo 14,23); isto é, o Éden interior, em cujo centro se encontra a árvore da vida, Jesus Cristo, nossa salvação e vida eterna; “glorificai-o em vosso corpo”.

Sabemos, principalmente, que, através da Graça e o Espírito Santo,  trazemos a Trindade Santíssima em nossos   corações; a fim de que possamos conhecer o Amor de Cristo que excede toda a ciência, para que estejamos cheios da plenitude de Deus (Ef 3,19). 

Concluímos, pois, que, na antiga aliança, o povo de Deus não desfrutava, ainda, da morada do Espírito Santo em seus corações. (Gn 6,3a). Desse modo, quando o Senhor, nosso Deus, se determinava transmitir ao povo os oráculos divinos, o Espírito Santo, de forma intermitente, possuía seus profetas, através dos quais anunciava as metas necessárias à caminhada de seu povo.


Entretanto, de uma forma ou de outra, o Senhor, nosso Deus, sempre nos amou com amor eterno e afeição constante. (Jr 31,3).

Deus é Deus de todos e, por isso, nos diz: “Porque és precioso a meus olhos, porque eu te aprecio e te ama, permuto reinos por ti, entrego nações em troca de ti” (Is 43,4). Acrescentando, nos exorta:  “Todos aqueles que me louvam, eu os criei, os formei e os fiz para minha glória” (Is 43,7 – Vulgata).

Assim, somos glória de Deus; independente de raça ou de cor; por isso, para que possamos ver a Deus em nós, interiormente, é necessário conhecer o amor de Cristo que excede toda ciência, para que estejamos cheios da plenitude de Deus.

"Todos nós recebemos da sua plenitude graça sobre graça. Pois a lei  foi dada por Moisés, a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo" (Jo 1,16-17).


João C. Porto e Zuleica M. Porto.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Ir. Themis: Seu testemunho.

Ela Pediu e Jesus Atendeu
Ir. Themis

Desde criança fui membro da Igreja Presbiteriana e era muito feliz. Trabalhava como superintendente em uma escola dominical e tinha um único filho de meu casamento, que não foi bem sucedido. Meu esposo era doente mental e logo no primeiro ano de casamento precisou afastar-se.
Aos quatorze anos meu filho começou a ficar doente: tratava-se de uma anemia que não sarava, até que o médico descobriu que não ere anemia o que ele tinha, mas uma leucemia que estava muito adiantada e que não tinha mais cura.
Nesse tempo eu tinha onze crianças carentes em casa e achava que isso já ere uma obra bastante grande. Não imaginava que muitas outras coisas ainda aconteceriam. Então comecei o tratamento do meu filho com o Dr. Simbra Neli, um cientista muito importante no Brasil. O meu filho tinha tumores pelo corpo todo, inclusive no olho e no ouvido direito e não enxergava nem ouvia mais.
Quando chegamos perto da Páscoa ele disse: “Mãe, eu queria que você fosse ao colégio em que estudo – eu lecionava nesse colégio pela manhã; no fundo do quintal tem uma gruta e tem uma imagem de quem eu não sei de quem é, mas os meninos católicos acendem velas perto dessa imagem para passar de ano e a imagem está muito suja”. Eu pintava pequenas peças gesso durante a noite para dar conta do sustento das onze crianças e do tratamento dele. Então ele continuou; “Você pega aquela imagem e pinta para eu deixar de lembrança para o colégio”.
Naquele momento eu senti emoções muito contradirias, porque o meu filho estava morrendo e eu não podia negar-lhe nada, mas pintar uma imagem ere realmente muito desagradável para mim, sendo protestante, de princípios bem plantados. Mas fui buscar a imagem.
Era uma imagem grande, tinha mais de oitenta cm, tinha as mãos abertas e estava muito suja. Eu a peguei pela cabeça e pus embaixo do braço; a diretora disse: “Ah! Themis”, você não pode levar Nossa Senhora das Graças debaixo do braço. Então fiquei sabendo que era uma imagem de Nossa Senhora das Graças. Para mim pouca diferença fazia, eu queria mais que a imagem caísse e quebrasse. Cheguei em casa, pus a imagem em cima da mesa e comecei a  limpá-la.
Meia-noite eu devia dar remédio para o meu filho. Ele tinha uma febre que subia muito e caia de repente. Então, de duas em duas horas eu tinha que lhe dar remédio, de dia e de noite. Quando o toquei percebi que estava queimando de febre.  Ele olhou para a imagem em cima da mesa e disse: “Puxa, como essa imagem está linda”! E eu pensei que estivesse delirando por causa da febre, porque era um menino criado na Igreja Presbiteriana, que nunca tinha entrado numa Igreja Católica. E continuou: “Vou fazer um voto para Nossa Senhora”. Eu senti todo o meu ser se revoltar porque protestantes não fazem votos. Mas o fato é que meu filho fez o seguinte voto: “Pelo tempo em que viver, seja muito ou pouco, quero que a minha vida sirva a Deus e quero ter uma imagem igual a essa pra eu me lembrar disso”. Ele voltou a dormir, porque quando tomava o remédio a febre baixava e ele dormia de novo. Foi então que entrei num grande conflito de fé, porque não poderia ser fiel a minha fé e deixar que meu filho fizesse um voto a Nossa Senhora, e muito menos ter uma imagem dela em casa, se eu era a primeira a fazer grandes palestras sobre a inutilidade de se olhar para Nossa Senhora.
Comecei então a caminhar pela casa, muito nervosa, até que chegou duas horas da manhã e eu fui dar o remédio para meu filho; mas, quando pus a mão nele, de novo, tomei um susto; pensei que estava morrendo, porque a temperatura estava normal e tinha sumido todos os tumores do corpo, até o tumor do olho e do ouvido. Ele abriu os olhos, enxergou bem e disse: “Estou ouvindo, não sinto dor, estou curado”. E sem dúvida nenhuma, lá no céu, Nossa Senhora deve ter feito naquela noite por mim como fez nas bodas de Caná. Deve ter dito para Jesus: “Jesus, o vinho da vida dessa mulher ignorante acabou e ela não sabe pedir”. E Jesus derramou o vinho da vida. Então eu peguei o meu filho, sem entender nada, e levei-o de volta para o médico. Ele fez todos os exames e ao final me chamou numa sala com os seus assessores e disse: “Você tem que me dizer que remédio deu para ele, porque esse menino estava morto quando saiu daqui”. Eu disse: “Eu dei o seu remédio. A única coisa diferente foi que meu filho fez um voto a Nossa Senhora e quis que rezássemos uma Ave-Maria, mas eu não sei a Ave-Maria, por isso rezamos um Pai-Nosso”. O médico deu uma grande risada e falou: “A reza não tem nada a ver com isso”.
Logo depois fui à minha Igreja. Eu tinha um cargo muito importante, eu deveria dar satisfações do meu cargo ao pastor e ao conselho da Igreja, então fui e disse: “Eu quero falar na Igreja Presbiteriana porque  gosto daqui. Não quero sair, faço um bom trabalho, mas tenho um pedido: no domingo quero pegar o microfone e dizer para os nossos irmãos protestantes que Maria Santíssima quer e pode interceder por nós. Ela só não faz isso porque não pedimos a ela. Ela é mãe dos católicos, é mãe dos evangélicos, é mãe dos espíritas, é mãe dos ateus. Maria Santíssima é a Mãe de Jesus e Ele quis, na última hora da sua vida, dividir sua Mãe com todos nós. Acontece que alguns filhos têm os corações mais duros e ingratos e passam por ela sem perceber. E isso fazemos nós os evangélicos. Mas eu quero dizer para eles no domingo que nós devemos voltar para nossa Mãe do Céu”. Eles não concordaram que eu dissesse isso e me falaram: “Você sai para casa e fica lá dois ou três meses, lê a Biblia novamente e depois a gente esquece tudo isso”. Aceitei porque de fato eu precisava de um tempo.

Fui, portanto, para casa, li a Bíblia de novo e, naquela mesma Bíblia onde eu já havia decorado grandes trechos, encontrei e entendi a Eucaristia. No Evangelho de são João Jesus dizia para mim: “O meu corpo é verdadeira comida, o meu sangue é verdadeira bebida, quem come da minha carne e bebe do meu sangue viverá para sempre. Eu fiquei muito mais apaixonada por Jesus. Foi então que fui correndo para a Igreja e disse aos meus irmão do conselho: “Eu quero ficar na Igreja Evangélica, não quero sair, mas agora em vez de um problema nó temos dois, porque eu quero ficar com Maria Santíssima e com a Eucaristia. Eu quero colocar um sacrário na nossa Igreja e que nós aprendamos alguma coisa sobre Cristo maravilhoso que é vida, que vem fazer parte do meu corpo, do meu sangue, da minha alma, da minha humanidade e vem me transformar em verdadeiro sacrário. Posso carrega-lo “no meio dos outros homens”. Evidentemente eles não aceitaram, porque se aceitassem converter-se-iam todos ao catolicismo.
Nós nos retiramos da Igreja Presbiteriana, fomos batizados na Igreja Católica, fizemos a primeira comunhão, eu, meu filho e as onze crianças que moravam comigo. O colégio nos deu de presente aquela imagem que eu havia pintado. O meu filho esteve num seminário onde fez até o segundo ano de teologia, mas depois, de acordo com o bispo, voltou para casa. Hoje é casado, tem três filhos e me ajuda na casa, dirigindo o carro, levando as crianças para todo lugar.
Atualmente temos um orfanato com trezentas crianças. A partir do momento em que eu consagrei a casa a Nossa Senhora, deixei-me levar de fato por Jesus e pedi ao bispo para colocar um sacrário dentro de casa, fazendo com que Jesus passasse a viver com a gente, aquelas onze crianças se transformaram em trezentas. Graças a Deus! Agora estamos aumentando o trabalho, estendendo o orfanato para um asilo de sessenta velhinhos desabrigados.


Obs.: No desejo de colocar no blog um grande testemunho, encontramos este da Ir. Themis, publicação do Shalom Maná, Nº 74, folhas 16 e 17. 

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Plenitude do coração


Batismo de Plenitude

Em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade. Todos nós possuímos tudo plenamente no Senhor, que é a cabeça de  todo principado e potestade. Nele, Senhor Jesus, também fostes circuncidados com circuncisão não feita por mão de homem, mas com a circuncisão de Cristo, que consiste no despojamento do nosso ser carnal (Cl 2,9-11).

Por isso, com o testemunho que nos vem da verdade integral, a palavra de vida eterna, nós o invocamos; invocamos porque o desejamos,  desejamos, porque o amamos, amamos porque o conhecemos.

Desse modo, é-nos, profundamente, necessário “conhecer a caridade de Cristo, que desafia todo o conhecimento”, até que alcancemos, através da fé, da esperança e da caridade o estado de homem feito, segundo a maturidade da idade de Cristo. (Ef 4,13).

O apóstolo Paulo nos ensina que em Cristo, pela virtude daquele que nos amou, somos mais que vencedores (Rm 8,37).

Assim, o amor, que brota da boa terra de nossos corações, é fruto da presença intrínseca do Senhor, a árvore da vida que nasce e floresce através das virtudes teologais, a partir do Éden interior de nossas almas.  

O que é o amor? “Deus é amor” (I Jo 4,8). Então, o amor é todo o bem; o mal é todo o mal. É como o amor e o ódio; são de sentidos antônimos; isto é, são palavras de significados  opostos. Assim também, amor é vida eterna, e ódiar é morte eterna; isto é, o amor é Deus, o ódio é satanás.

 Ora, não há união entre a vida e a morte; a vida eterna é Deus conosco; a morte eterna é o demónio com os filhos de beliar: “Termo grego constante de II Cor 6,15; é o nome de um demônio frequentemente mencionado na literatura apocalíptica”; que significa “maldade” ou “malvadeza”.

Como se pode observar, o amor, por sua caridade (Cl 3,14), aperfeiçoa os corações dos batizados do Senhor, transformando-os em seus verdadeiros filhos e membros de sua Igreja Uma, Santa, Católica e Apostólica (Concílio de Calcedónia - 451).

Ora, esse batismo, que é único na Igreja, corresponde à crisma – óleo da unção no Espírito Santo, semelhante ao batismo de regeneração e renovação no Espírito de Deus (Tt 3,4-7).

Meditemos, profundamente, sobre este episódio de são Paulo, em seu ministério, narrado por são Lucas, em Atos dos Apóstolos:

“Enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo atravessou as províncias superiores e chegou a Éfeso, onde achou alguns discípulos e indagou deles: Recebestes o Espírito Santo, quando abraçastes a fé?” Responderam-lhe: “Não, nem sequer ouvimos dizer que há um Espírito Santo!” “Então em que batismo fostes batizados?”, perguntou Paulo. Disceram: No batismo de João.  Paulo então replicou: João só dava um batismo de penitência, dizendo ao povo que cresse naquele que havia de vir depois dele, isto é, em Jesus. Ouvindo isso, foram batizados em nome do Senhor Jesus. E quando Paulo lhes impôs as mãos, o Espírito Santo desceu sobre eles, e falavam em línguas estranhas e profetizavam. Eram ao todo uns doze homens. (At 19,1-7).

Desse modo, embora São Paulo nos diga que “há um só batismo”, pelo batismo que recebemos na Igreja do Senhor Jesus Cristo – Igreja Católica – especialmente o Crisma – Sacramento da Reconciliação –, teremos sempre oportunidades de renovar o sentimento da nossa alma, revestindo-nos do homem novo criado à imagem de Deus, em verdadeira justiça e santidade. (Ef 4,23-24).

Nesse objetivo, pelo Espírito Santo que nos foi dado (I Cor 2,12-13; Rm 5,5; Tt 3,4-7), seremos homens novos, filhos e filhas de Deus, conduzidos através da porta estreita, ao sei da fé de  Abraão, caminho de vida eterna em Cristo Jesus.

A plenitude do coração está no conhecimento do amar de Cristo no interior de quem vive  da fé para fé sob a condução amorosa do Espírito Santo.


João C. Porto e Zuleica M. Porto

sábado, 21 de junho de 2014

Conhecer o Amor de Cristo

A Graça e a Verdade

“É necessário que se conheça o amor de Cristo que excede toda a ciência, e sejais cheios de toda a plenitude  de Deus” (Ef 3,19).

Conhecer o amor de Cristo é viver, na intimidade, o Verbo de Deus, fonte de sabedoria no céu e na terra; pois, o amor de Deus nasce e floresce, nos corações, a partir do conhecimento da verdade que nos liberta deste mundo. (Jo 8,32).

“(Se, portanto, o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livres”, Jo 8,36).

A graça é a afeição íntima e profunda da unção divina; como selo de garantia (Ef 1,13; 4,30) que recebemos da Trindade Santíssima, Deus conosco, conforme, outrora, nos fora prometido, e concedido, no tempo da plenitude (Is 49,8; II Cor 6,1-2), isto é, através do batismo de regeneração e renovação do Espírito Santo que recebemos na Igreja Uma Santa, Católica e Apostólica, Igreja do Senhor Jesus Cristo. (Mt 16,13-19; 18,15-18; Jo 20,23).

Como sabemos, a lei e os profetas duraram até João Batista (Lc 16,16), após o que chegou o tempo da plenitude.

Que nos ensina são Paulo?

“Mas, quando  veio a plenitude dos tempos, Deus enviou o seu Filho, que nasceu de uma mulher e nasceu submetido a uma lei, a fim de remir os que estavam sob a lei, para que recebêssemos a sua adoção. A prova de que sois filhos é que Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho que clama: “Aba, Pai!” Portanto já não és escravo, mas filho. E, se és filho, então também herdeiro por Deus. (Gl 4,4-7).

Em virtude dessa enorme bênção, o evangelista João nos escreve: “Todos nós recebemos da sua plenitude graça sobre graça”. Pois a lei foi dada por Moisés, a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo. (Jo 1,16-17).
Na história da salvação, entre outros, há dois grandes libertadores:

- Moisés, que nos libertou de uma escravidão histórica, no Egito. Essa libertação, que culminou com a entrada do povo de Deus na terra prometida. (Gn 12,1-3).

- Jesus Cristo, Filho de Deus, que nos libertou, da escravidão do pecado deste mundo, para introduzir os filhos e filhas de Deus na Nova Jerusalém celestial prometida. (Ez 36,24-28; Ap 21,9 – 22,5).

A graça e a verdade... A “verdade” é a palavra de vida e salvação. A “graça” é a afeição íntima e profunda que recebemos de Deus, a partir do batismo de regeneração e renovação do Espírito Santo, que recebemos na igreja do Senhor. (Tt 3,5).

O Senhor Jesus nos ensina que são três os maiores mandamentos da lei: justiça, misericórdia e fidelidade.

Ora, para que se conheça o amor de Cristo é-nos necessário encontra-lo no profundo do interior; isto é, no núcleo central da vida, em nossos corações, já que ele nos foi dado gratuitamente, e, por isso, conforme nos ensinam os doutores da santa Igreja, é o doce hóspede de nossa alma. Bem-aventurados os que creem nessa verdade inconteste, porque deles é o Reino de Deus (Rm 14,17-18; I Cor 4,20-21).

Assim, o Espírito Santo é o amor do Pai e do Filho. Conhecer o amor de Cristo é viver sob o influxo dos dons do paráclito, para que, ao aproximarmos confiadamente diante do trono da graça, possamos alcançar misericórdia e achar a graça de um auxílio oportuno. (Hb 4,16). Deus seja louvado!...


João C. Porto e Maria Zuleica M. Porto


segunda-feira, 9 de junho de 2014

Expiação


Expiação

Teologicamente, compreende os conceitos de expiação do pecado e de reconciliação do homem com Deus. 1. AT: O termo chave no que se refere à expiação é o hebraico Kapper com os seus derivados. Etimologicamente, Kapper significa “cobrir” ou “ocultar” o objeto que ofende, removendo assim o obstáculo à reconciliação. No ritual cultual, o termo é usado em sentido técnico, para indicar um ato de expiação, realizado através do sangue da vítima (cf. SACRIFÍCIO). O sacerdote cumpre um ato de expiação para si mesmo, para outra pessoa ou para todo Israel; o ato representa a expiação do pecado ou da culpa. Esse é o primeiro passo da reconciliação. O segundo é realizado pelo próprio Iahweh: “tendo o sacerdote feito o rito de expiação pelos membros da comunidade, serão eles perdoados” (Lv 4,20.31; Nm 15,25+)
O propiciatório de ouro sobre a Arca da Aliança* era o “lugar da expiação”, o Kapporet, o local onde Iahweh recebia a expiação. Fora o código levítico, a palavra usada em relação a Iahweh significa “receber um ato de expiação”(Sl 77,38; 78,9; Ez 16,63; Jr 18,23). O efeito do ato de expiação é definido pelo uso metafórico do termo em Is 28,18, “a vossa aliança com a morte está rompida”;: desse modo, o pecado ou a culpa que constitui a causa da expiação é esvaziado ou anulado, não constituindo mais um obstáculo efetivo para a reconciliação. Também se pode alcançar a reconciliação através do pagamento de uma multa ou de uma indenização, o Koper, mas esse conceito conduz à ideia do resgate, que não é o mesmo que a expiação.          
2.NT.Os termos que se seguem constituem as principais traduções gregas do hebraico Kapper e de seus derivados no Novo Testamento.
Hilaskesthai, hilasmos, hilasterion: em grego clássico, “reconciliar” ou “tornar favorável”, “reconciliação”, “o meio de reconciliação”. Esse uso de kapper é demonstrado em Gn 32,20, quando Jacó diz de Esaú: “Talvez ele me conceda graça.”, Em Lc 18,13; Hb 2,17, o verbo hilaskesthai é usado no sentido de kapper no Antigo Testamento. O próprio Cristo é hilasmos, reconciliação para os nossos pecados, pois é exatamente para que o Pai o enviou (I Jo 2,2; 4,10). Deus o colocou (destinou?) como hilasterion, como instrumento de reconciliação no seu sangue (Rm deve ser tradu 3,25); a linguagem indica que Deus fez dele um sacrifício de expiação.
Katharizein, katharismos: no grego clássico, “lavar”, “purificar”, verbo usado para as purificações rituais dos cultos mistéricos. No uso da LXX, introduz uma nova metáfora no significado  de Kapper. Mas kapper se reflete em II Cor 7,1; Ef 5,26 e especialmente em Hb 9,22-23; I Jo 1,7.9, onde “expiação pelo pecado” transforma-se em “purificação do pecado”. Em Hb 1,3, “realizado katharismos dos pecados”, deve ser traduzido por “realizado expiação pelos pecados”.
Aphairein: no grego clássico, “tirar”, “levar embora”, mas não no sentido religioso; “tirar os pecados”, Rm 11,27; Hb 10,4.
Katalasso, katallage: no grego clássico, “reconcilio”, “reconciliação”, mas não na LXX. Nós nos reconciliamos com Deus (Rm 5,10; II Cor 5,20); Deus reconcilia a nós e ao mundo consigo em Cristo (II Cor 5,18-19); nós recebemos a reconciliação por meio de Crito (Rm 5,11). Os apóstolos possuem o ministério e a mensagem da reconciliação (II Cor 5,18-19). A rejeição dos hebreus resultou na reconciliação do mundo (Rm 11,15).
Nesses tempos, é superada a ideia do ato ritual da expiação. Deve-se notar que, à exceção de Rm 11,15, esses termos aparecem somente em dois contextos. Deus é agente de reconciliação, mas não de expiação, que é um ato de Cristo enquanto representante dos homens. Isso fica mais claro do que nunca em Hb, onde o sacerdócio e o sacrifício de Cristo são comparados ao sacerdócio e o sacrifício de Aarão, que realizou o ato de expiação pelo povo (cf. PERDÃO).


Este texto foi retirado do Dicionário Bíblico de JOHN L. MACKENZIE – Edições Paulina (2ª edição – 1984 – Páginas 329/330), por considerar importante para quem estuda sobre os Ritos Sagrados.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Quem busca, acha - Versos bíblicos: Evangelho de são Mateus

Evangelho Segundo são Mateus

Acusações contra os escribas e fariseus
- Mt 23,1-39
- Mc 12,38ss
- Lc 11,37-54; 20,45ss
Adoração dos magos
- Mt 2,1-12
Angustia suprema
- Mt 26,36-46
- Mc 14,32-42
- Lc 22,39-46
Aparição na Galiléia
- Mt 28,16-20
Apóstolos recebem instruções. Os
- Mt 10,1-42
- Mc 3,13-19; 6,7-11;13,9-13
- Lc 6.12-16; 9,1-5; 12,2-9.49-53
Autoridade de Jesus
- Mt 21,23-27
- Mc 11,27-33
- Lc 20,1-8
Batismo de Jesus
- Mt 3,13-17;
- Mc 1,9ss;
- Lc 3,21s;
- Jo 1,31-34.
Bem-aventuranças. As
- Mt 5,1-12;
- Lc 6,20-49.
Boas obras em segredo. Fazer as
- Mt 6,1-18;
- Lc 11,1-4.
Caminho da cruz
- Mt 27,32-56;
- Mc 15,21-41;
- Lc 23,26-49;
- Jo 19,17-30.
Cegos de Jericó. Os
- Mt 20,29-34;
- Mc 10,46-52;
- Lc 18,35-43.
Ceia. A
- Mt 26,17-29;
- Mc 14,12-25;
- Lc 22,7-23;
- Jo 13,1-30.
Cena de ultrajes
- Mt 27,27-31;
- Mc 15,16-20;
- Jo 19,2s.
Censura às cidades impenitentes
- Mt 11,20-24;
- Lc 10,13ss.
Centurião. O servo do
- Mt 8,5-13;
- Lc 7,1-10.
Céu. Sinal do
- Mt 16,1-12;
- Mc 8,11-21.
Cidades impenitentes. Censura às
- Mt 11,20-24;
- Lc 10,13ss.
Como será a ressurreição
- Mt 22,23-33;
- Mc 12,18-27;
- Lc 20,27-40.
Compaixão pelo povo que sofre
- Mt 9,35-38;
- Mc 6,34.
Conclusão do discurso
- Mt 7,24-29;
- Lc 6,47ss
Conselhos, Diversos
- Mt 7,1-23;
- Lc 6,31-45.
Conspiração dos sacerdotes
- Mt 26,1-5;
- Mc 14,1s;
- Lc 22,1s.
Crianças. As
- Mt 19,13-15;
- Mc 10,13-16;
- Lc 18,15ss.
Cruz. Caminho da
- Mt 27,32-56;
- Mc 15,21-41;
- Lc 23,26-49;
- Jo  19,17-30.
Cura de um leproso
- Mt 8,1-4;
- Mc 1,40-45;
- Lc 5,12-16.
Cura de um paralítico
- Mt 9,1-8;
- Mc 2,1-12;
- Lc 5,17-26.
Cura operada no sábado
- Mt 12,9-21;
- Mc 3,1-12;
- Lc 6,6-11.17ss.
Curas diversas
- Mt 8,14-17;
- Mc 1,29-34;
- Lc 4,38-41.
Curas Diversas
- Mt 9,27-34.
Debates sobre o matrimônio
- Mt 19,3-12;
- Mc 10,1-12;
- Lc 16,18.
Demônios. Expulsão dos
- Mt 8,28-34;
- Mc 5,1-20;
- lc 8,26-39.
Deserto. Tentação no
- Mt 4,1-11;
- Mc 1,12s;
- Lc 4,1-13.
Discípulos. Os primeiros
- Mt 4,12-25;
- Mc 1,14-20;
- Lc 4,14s; 5,1-11.
Discussão a propósito de um milagre
- Mt 12,22-30;
- Mc 3,20-27;
- Lc 11,14-23.
Discussão sobre o Jejum
- Mt 9,10-17;
- Mc 2,15-22;
- Lc 5,29-39.
Disposições para seguir jesus
- Mt 8,18-22;
- Lc 9,57-60.
Diversas curas
- Mt 8,14-17;
- Mc 1,29-34;
- Lc 4,38-41.
Diversas curas
- Mt 9,27-34.
Diversos conselhos
- Mt 7,1-23;
- Lc 6,31-46.
Entrada de Jesus em Jerusalém
- Mt 21,1-11;
- Mc 11,1-11;
- Lc 19,29-40;
- Jo 12,12-19.
Escândalo. Humildade
- Mt 18,1-14;
- Mc 9,33-48;
- Lc 9,46ss; 17,1s; 15,3-7.
Escolha dos apóstolos
- Mt 10,1-42;
- Mc 3,13-19; 6,7-11; 13,9-13;
- Lc 6,12-16; 9,1-5; 12,2-9.49-53.
Escribas e fariseus. Acusações contra os
- Mt 23,1-39
- Mc 12,38ss
- Lc 11,37-54; 20,45ss
Espigas arrancadas em dia de sábado
- MT 12,1-8;
- Mc 2,23-28;
- Lc 6,1-5.
Espírito Santo. Pecado contra o
- Mt 12,31-37;
- Mc 3,28ss;
- Lc 12,10.
Evangelho revelado aos humildes
- Mt 11,25-30;
- Lc 10,21-24.
Exortação à vigilância
- Mt 24,45-51
- Lc 12,42-48.
Explicação da parábola do joio
- Mt 13,36-43.
- Mc 5,1-20;
Expulsão dos demônios
- Mt 8,28-34;
- Lc 8,26-39.
Fariseus e suas tradições. Os
- Mt 15,1-20;
- Mc 7,1-23.
Fariseus. Fermento dos
- Mt 16,1-12;
- Mc 8,11-21.
Fé manifestada por uma pagã
- Mt 15,21-28;
- Mc 7,24-30.
Fermento dos fariseus
- Mt 16,1-12;
- Mc 8,11-21.
Fermento. Parábola do
- Mt  13,33-35;
- Lc 13,20s.
Figueira amaldiçoada. A
- Mt 21,18-22;
- Mc 11,12s.20-26.
Filha de Jairo. A
- Mt 9,18-26;
- Mc 5,21-43;
- Lc 8,40-56.
Filho de Davi. O Messias,
- Mt 22,41-46;
- Mc 12,35ss;
- Lc 20,41-44.
Filho de Deus. Vinda inesperada do
- Mt 24.29-44;
- Mc 13,24-37;
- Lc 21,25-36.
Filhos de Zebedeu. Pedido dos
- Mt 20,20-28;
- Mc 10,35-45;
- Lc 22,24-30.
Fuga para o Egito
- Mt 2,13-23.
Galiléia. Aparição na
- Mt 28-16-20
Grande mandamento. O
- Mt 22,34-40;
- Mc 12,28-34;
- Lc 10,25-28.
Grão de mostarda. Parábola do
- Mt 13,31-32
- Mc 4,30ss;
- Lc 13,18s
Humildade, Escândalo
- Mt 18,1-14;
- Mc 9,33-48;
- Lc 9,46ss; 17,1s; 15,3-7.
Humildes. Evangelho revelado aos
- Mt 11,25-30;
-  Lc 10,21-24.
Imposto do imperador
- Mt 22,15-22;
- Mc 12,13-17;
- Lc 20,20-26.
Imposto. Jesus paga o
- Mt 17,23-26.
Infância de Jesus (1-2)
- Mt 1-2
Início da pregação de Jesus
- Mt 4,12-22;
- Mc 1,14-20;
- Lc 4 14s; 5,1-11.
Inocentes. Massacre dos
- Mt 3,13-23.
Instruções. Recebem
- Mt 10,1-42
Jairo. A filha de
- Mt 9,18-26;
- Mc 5,21-43;
- Lc 8,40-56.
Jantar em Betânia
- Mt 26,6-13;
- Mc 14,3-9;
-Jo 12,1-8.
Jejum. Discussão sobre o
Mt 26,6-13;
- Mc 14,3-9;
- Jo 12,1-8.
Juntos com “pecadores”
- Mt 9,10-17;
- Mc 2,15-22;
- Lc 5,29-39.
Jerusalém. Entrada de Jesus em
- Mt 21,1-11;
- Mc 11,1-11;
- Lc 19,29-40;
- Jo 12,12-19.
Jerusalém. Predição da ruína de
- Mt 24,1-28;
- Mc 13,1-23;
- Lc 21,5-24.
Jesus caminha sobre as águas
- Mt 14,22-36;
- Mc 6,45-56;
- Jo 6,16-21.
Jesus diante de Pilatos
- Mt 27,11-26;
- Mc 15,1-15;
- Lc 23,1-5.13-25;
- Jo 18,28—19,16.
Jesus ensina em Nazaré
- Mt 13,53-58;
- Mc 6,1-6;
- Lc 4,14-30.
Jesus na Judéia. Ministério de
- Mt 19-25.
Jesus paga o imposto
- Mt 17,23-26.
Jesus prediz a negação de Pedro
- Mt 26,30-35;
- Mc 14,26-31;
- Lc 22,31-34.39;
- Jo 13,36ss.
Jesus. Autoridade de
- Mt 21,23-27;
- Mc 11,27-33;
- Lc 20,1-8.
Jesus. Batismo de
- Mt 3,13-7;
- Mc 1,9ss;
- Lc 3,21s;
- Jo 1,31-34.
Jesus diante de Caifaz
- Mt 26,57-68;
- Mc 14,53-65;-
- Lc 22,63-71.
Jesus. Disposições para seguir
- Mt 8,18-22;
- Lc 9,57-60.
Jesus ensina em Nazaré
- Mt 13,56-58;
- Mc 6,1-6;
- Lc 4,14-30.
Jesus. Início da pregação de
- Mt 4,12-25;
- Mc 1,14-20;
- Lc 4,14s; 5,1-11.
Jesus. Nascimento de
- Mt 1,18-25.
Jesus paga o imposto
- Mt 17,23-26.
Jesus. Paixão e ressurreição de
- Mt 26-28.
Jesus. Pedro exprime sua fé em
- Mt 16,13-23;
- Mc 8,27-33;
- Lc 9,18-22.
Jesus prediz a negação de Pedro
- Mt 26,30-35;
- Mc 14,26-31;
- Lc 22,31-34.39;
- Jo 13,36ss.
Jesus. Princípio da missão de
- Mt 3-4.
João Batista. Mensagem de
- Mt 11,1-19;
- Lc 7,18-35.
João Batista. Morte de
- Mt 14,1-12;
- Mc 6,14-29;
- Lc 9,7ss; 3,19.
João Batista. Pregação de
- Mt 3,1-12;
- Mc 1,1-8;
- Lc 3,1-9.15-18;
- Jo 1,19-28.
Jonas. O sinal de
- Mt 12,38-45;
- Mc 8,11s;
- Lc 11,24ss.29-32.
Jovem rico, O
- Mt 19,16-29;
- Mc 10,17-30;
- Lc 18,18-30.
Juntos com “pecadores”
- Mt 9,10-17;
- Mc 2,15-22;     A
- Lc 5,29-39.
Judas. Traição de
- Mt 26,14-16;
- Mc 14,10s;
- Lc 22,3-6.
Juízo final. O
- Mt 25,31-46.
Junto com “pecadores”
- Mt 9,10-17;
- Mc 2,15-22;
- Lc 5,29-39.
Lavradores homicidas. Parábola dos
- Mt 21,33-46;
- Mc 12,1-12;
- Lc 20,9-19.
Luz do mundo
- Mt 5,14-16;
- Mc 4,21.
Mãe e os “irmãos” de Jesus. A
- Mt 12,46-50;
- Mc 3,31-35;
- Lc 8,19ss.
Magos. Adoração dos
- Mt 2,1-12.
Mandamento. O grande
- Mt 22,34-40;
- Mc 12,28-34;
- Lc 10,25-28.
Massacre dos inocentes
- Mt 2,13-23.
Mateus. Vocação de
- Mt 9,9;
- Mc 2,13s;
- Lc 5,27s.
Matrimônio. Debates sobre o
- Mt 19,1-12;
- Mc 10,1-12;
- Lc 16,18.
Menino epiléptico. O
- Mt 17,14-20;
- Mc 9,14-29;
- Lc 9,37-43ª.
Mensagem de João Batista
- Mt 11,1-19;
- Lc 7,18-35.
             Messias, filho de Davi. O
- Mt 22,41-46;
- Mc 12,35s;
- Lc 20,41-44.
Milagre. Discussão a propósito de um
- Mt 12,22-30;
- Mc 3,20-27;
- Lc 11,14-23.
Ministério de Jesus na galileia
- Mt 8-18.
Ministério de Jesus na Judéia
- Mt 19-25.
Morte de João Batista
- Mt 14,1-12;
- Mc 6,14-29;
- Lc 9,7ss; 3,19s.
Mulher doente. A
- Mt 9,18-26;
- Mc 5,21-43;
- Lc 8,40-56.
Multiplicação dos pães. Primeira
- Mt 14,13-21;
- MC 6,30-44;
- Lc 9,10-17;
- Jo 6,1-15.
Multiplicação dos pães. Segunda
- Mt 15,29-39;
- Mc 7,31-37; 8,1-10.
Nascimento de Jesus
- Mt 1,18-25.
Nazaré. Jesus ensina em
- Mt 13,53-58;
- Mc 6,1-6;
- Lc 4,14-30.
Negação de Pedro
- Mt 26,69-75;
- Mc 14,66-72;
- Lc 22,55-62;
- Jo 18,15-27.
Nova Lei comparada à antiga. A
- Mt 5,17-48.
Olho São. Tesouro do céu.
- Mt 6,19-23;
- Lc 11,34ss.
Oração em comum
- Mt 18,19-20.
Paixão e ressurreição de Jesus
- Mt 26-28
Paixão. Primeiro anúncio da
- Mt 16,13-26;
- Mc 8,27-33;
- Lc 9,18-22.
Paixão. Segundo anúncio da
- Mt 17,21-22;
- Mc 9,30ss;
- Lc 9,43b-45.
Paixão. Terceiro anúncio da
- Mt 20,17-19;
- Mc 10,32ss;
- Lc 18,31-34.
-                                       
Parábola da festa das bodas
- Mt 22,1-14;
- Lc 14,15-24.
Parábola da pérola
- Mt 13,45-46.
Parábola da rede
- Mt 13,47-52.
Parábola das dez virgens. A
- Mt 25,1-13.
Parábola do fermento
- Mt 13,33-35;
- Lc 13,20s
Parábola do grão de mostarda
- Mt 13,31-32;
- Mc 4,30ss;
- Lc 13,18s.
Parábola do Joio
- Mt 13,24-30.
Parábola do Semeador
- Mt 13,1-23;
- Mc 4,1-20;
- Lc 8,4-15.
Parábola do servo cruel
- Mt 18,23-35.
Parábola do tesouro
- Mt 13,44.
Parábola dos dois filhos
- Mt 21,28-32.
Parábola dos lavradores homicidas
- Mt 21,33-46;
- Mc 12,1-12;
- Lc 20,9-19.
Parábola dos operários da vinha
- Mt 19,30; 20,1-16;
Parábola dos talentos
- Mt 25,14-30;
- Lc 19,11-27.
Parábolas do reino
- Mt 13,1-52
Paralítico. Cura de um
- Mt 9,1-8;
- Mc 2,1-12;
- Lc 5,17-26.

Pecado contra o Espírito Santo
- Mt 12,31-37;
- Mc 3,28ss;
- Lc 12,10.
Pecadores. Junto com
- Mt 9,10-17;
- Mc 2,15-22;
- Lc 5,29-39.
Pecados. Perdão dos
- Mt 18,15-18.
Pedido dos filhos de Zebedeu
- Mt 20,20-28;
- Mc 10,35-45;
- Lc 22,24-30.
Pedro exprime sua fé em Jesus
- Mt 16,13-23;
- Mc 8,27-33;
- Lc 9,18-22.
Perdão dos pecados
- Mt 18,15-18.
Perdoar. Quantas vezes
- Mt 18,21-22;
- Lc 17,3s.
Perigo das riquezas
- Mt 10,17-31
Pérola. Parábola da
- Mt 13,45-46.
Predição da ruina de Jerusalém
- Mt 24,1-28;
- Mc 13,1-23;
- Lc 21,5-24.
Pregação de João Batista
- Mt 3,1-12;
- Mc 1,1-8;
- Lc 3,1-9.15-18;
- Jo 1,19-28.
Preocupações exageradas
- Mt 6,24-34;
- Lc 12,22-34.
Primeira multiplicação dos pães
- Mt 14,13-21;
- Mc 6,30-44;
- Lc  9,10-17;
- Jo 6,1-15.
Primeiro anúncio da Paixão
- Mt 16,13-23;
- Mc 8,27-33;
- Lc 9,18-22.
Princípio da missão de Jesus
- Mt 3-4.
Prisão de Jesus
- Mt 26,47-56;
- Mc 14,43-52;
- Lc 22,47-54;
- Jo 18.2-12.
Prólogo
- Mt 1,1-17;
- Lc 3,23-38.
Promessa do cêntuplo (Conforme Mc 10,17-31).
- Mt 19,16-29;
- Mc 10,17-31;
- Lc 18,18-30.
Purificação do templo
- Mt 21,12-17;
- Mc 11,15-19;
-  Lc  19,45s;
- Jo 2,13-22.
Quantas vezes perdoar
- Mt 18,21-22.
Recebem instruções
- Mt 10,1-42;
- Mc 3,13-19; 6,7-11; 13,9-13
- Lc 6,12-16; 9,1-5; 12,2-9.49-53
Rede. Parábola da
- Mt 13,47-52.
Renúncia
- Mt 16,24-28;
- Mc 8,34—9,1;
- Lc 9,23-27;
- Jo 12,25.
Ressurreição
- Mt 28,1-15;
- Mc 16,1-8;
- Lc 24,1-12;
- Jo 20,1-18.
Ressurreição. Como será a
- Mt 22,23-33;
- Mc 12,18-27;
- Lc 20,27-40.
Ruína de Jerusalém. Predição da
- Mt 24,1-28;
- Mc 13,1-23;
- Lc 21,5-24.
Sacerdotes. Conspiração dos
- Mt 26,1-5;
- Mc 14,1s;
- Lc 22,1s.
Sábado. Cura operada no
- Mt 12,9-21;
- Mc 3,1-12;
- Lc 6,6-11.17ss.
Sábado. Espigas arrancadas em dia de
- Mt 12,1-8;
- Mc 2,23-28;
- Lc 6,1-5
Sal da terra
- Mt 5.13.
- Mc 9,50; 4,21;
- Lc 14,34s.
Segunda multiplicação dos pães
- Mt 15,29-39;
- Mc 7,31-37; 8,1-10.
Segundo anúncio da paixão
- Mt 17,21-22;
- Mc 9,30ss;
- Lc 9,43b-45.
Semeador. O
- Mt 13,1-23;
- Mc 4,1-20;
- Lc 8,4-15.
Semeador. Parábola do
- Mt 13,1-23;
- Mc 4,1-20;
- Lc 8,4-15.
Sepultura
- Mt 27,57-66;
- Mc 15,42-47;
- Lc 23,50-56;
- Jo 19,38-42.
Sermão da montanha
- Mt 5-7.
Servo do Centurião. O
- Mt 8,5-13;
- Lc 7,1-10.
Sinal de Jonas. O
- Mt 12,38-45;
- Mc 8,11s;
- Lc 11,24ss.29-32.
Sinal do céu
- Mt 16,1-12;
- Mc 8,11-21.
Suicídio de Judas
- Mt 27,1-10;
Talentos. Parábola dos
- Mt 25,14-30;
- Lc 19,11-27.
Tempestade acalmada
-  Mt 8,23-27;
- Mc 4,35-41;
- Lc 8,22-25.                             
Templo. Purificação do
- Mt 21,12-17;
- Mc 11.15-19;
- Lc 19,45s;
- Jo 2,13-22.
Tentação no deserto
- Mt 4,1-11;
- Mc 1,12s;
- Lc 4,1-13.
Terceiro anúncio da paixão
- Mt 20,17-19;
- Mc 10,32ss;
- Lc 18,31-34.
Tesouro do céu. Olho são
- Mt 6,19-23;
- Lc 11,34ss.
Tesouro. Parábola do
- Mt 13,44.
Traição de Judas
- Mt 26,14-16;
- Mc 14,10s;
- Lc 22,3-6.
Transfiguração
- Mt 17,1-13;
- Mc 9,2-13;
- Lc 9,28-36.
Vendilhões expulsos. Os
- Mt 21,12-17;
- Mc 11,15-19;
- Lc 19,45s;
- Jo 2,13-22.
Vigilância. Exortação à
- Mt 24.45-51;
- Lc 12,42-48.
Vinda inesperada do Filho de Deus
- Mt 24,29-44;
- Mc 13,24-37;
- Lc 21,25-36.
Virgens. A parábola das dez
- Mt 24,29-44;
- Mc 13,24-37;
- Lc 21,25-36.
Vocação de Mateus
- Mt 9,9;
- Mc 2,13s;
- Lc 5,27s
Zaqueu recebe Jesus
- Lc 19,1-10
Zebedeu. Pedido dos filhos de
- Mt 20,20-20;
- Mc 10,35-45;
-  Lc 22,24-30. 


João C. Porto e Zuleica M. Porto