terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Quanto Jesus Cristo, pela sua paixão, merece ser amado. Toda santidade e toda perfeição de uma pessoa consiste em amar a Jesus Cristo, nosso Deus, nosso maior bem, nosso Salvador. Jesus Cristo mesmo disse: “Quem me ama será amado por meu Pai”. Jo 16,27:- Pois o mesmo Pai vos ama, porque vós me amastes e crestes que saí de Deus. São Francisco de Sales diz: “Alguns põem a perfeição na austeridade da vida, outros na oração, estes na frequência dos sacramentos, aqueles nas esmolas. Enganam-se. A perfeição consiste em amar a Deus de todo o coração”. Como escreve São Paulo: “Mas, sobretudo, revesti-vos da caridade, que é o vínculo da perfeição” (Cl 3,14). A caridade une e conserva todas as virtudes que fazem um homem perfeito. Santo Agostinho exclamava: “Ama e faze o que queres”. A pessoa que ama a Deus, aprende deste amor a evitar o que lhe desagrada e a fazer tudo o que lhe agrada. Obs.: Do Livro a “A Prática do Amor a Jesus Cristo”. Página 11, de autoria de S.AFONSO DE LIGÓRIO. Capítulo 1, página 11. Editora Santuário.

Quanto Jesus Cristo, pela sua paixão, merece ser amado.

jesus_ressusc_gif.jpgToda santidade e toda perfeição de uma pessoa consiste em amar a Jesus Cristo, nosso Deus, nosso maior bem, nosso Salvador. Jesus Cristo mesmo disse: “Quem me ama será amado por meu Pai”.

Jo 16,27:- Pois o mesmo Pai vos ama, porque vós me amastes e crestes que saí de Deus.

São Francisco de Sales diz: “Alguns põem a perfeição na austeridade da vida, outros na oração, estes na frequência dos sacramentos, aqueles nas esmolas. Enganam-se. A perfeição consiste em amar a Deus de todo o coração”. Como escreve São Paulo: “Mas, sobretudo, revesti-vos da caridade, que é o vínculo da perfeição”  (Cl 3,14).

A caridade une e conserva todas as virtudes que fazem um homem perfeito. Santo Agostinho exclamava: “Ama e faze o que queres”. A pessoa que ama a Deus, aprende deste amor a evitar o que lhe desagrada e a fazer tudo o que lhe agrada.                               



Obs.: Do Livro a “A Prática do Amor a Jesus Cristo”. Página 11, de autoria de S.AFONSO DE LIGÓRIO. Capítulo 1, página 11. Editora Santuário.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Amor a Jesus Cristo


Quanto Jesus Cristo, pela sua paixão, merece ser amado.

136-22520Jesus-Sacred-Heart-Posters.jpgToda santidade e toda perfeição de uma pessoa consiste em amar a Jesus Cristo, nosso Deus, nosso maior bem, nosso Salvador. Jesus Cristo mesmo disse: “Quem me ama será amado por meu Pai”.

Jo 16,27:- Pois o mesmo Pai vos ama, porque vós me amastes e crestes que saí de Deus.

São Francisco de Sales diz: “Alguns põem a perfeição na austeridade da vida, outros na oração, estes na frequência dos sacramentos, aqueles nas esmolas. Enganam-se. A perfeição consiste em amar a Deus de todo o coração”. Como escreve São Paulo: “Mas, sobretudo, revesti-vos da caridade, que é o vínculo da perfeição”  (Cl 3,14).

A caridade une e conserva todas as virtudes que fazem um homem perfeito. Santo Agostinho exclamava: “Ama e faze o que queres”. A pessoa que ama a Deus, aprende deste amor a evitar o que lhe desagrada e a fazer tudo o que lhe agrada.                              



Obs.: Do Livro a “A Prática do Amor a Jesus Cristo”. Página 11, de autoria de S.AFONSO DE LIGÓRIO. Capítulo 1, página 11. Editora Santuário.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Alma Fevorosa



Como a Alma fervorosa deseja unir-se com Cristo no Sacramento.
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1. A Alma Fiel:- Senhor, quem me dera achar-me as sós convosco para vos abrir todo o meu coração e entrar no gozo pelo qual suspira a minha alma; e que ninguém se preocupasse comigo, nem criatura alguma lançasse as vistas sobre mim, mas vós só me falásseis e eu a vós, como costuma falar o amante com seu amado e conversar o amigo com seu amigo! Isto peço, isto desejo: unir-me inteiramente a vós, desprender o meu coração de todas as coisas criadas e, pela sagrada comunhão ou frequente celebração dos divinos mistérios aprender a gostar mais das coisas celestes e eternas.
 Ah! Senhor Deus, quando estarei tão unido a vós, todo absorto em vós, que me esqueça, completamente de mim!
Vós em mim e eu em vós; concedei que assim permaneçamos unidos.

2. Vós sois, na verdade, o amigo extremoso, escolhido entre milhares, no qual a minha alma se compraz de habitar todos os dias de sua vida.
Verdadeiramente vós sois o meu rei pacífico; em vós está a suma paz e o verdadeiro repouso, não havendo fora de vós, senão trabalho, dor e infinita miséria.
Vós sois verdadeiramente, o Deus escondido, não vos comunicais com os ímpios, tratais, porém, com os humildes e os simples.
Quão suave, Senhor, é o vosso espírito, que, para mostrardes aos vossos filhos a vossa doçura vos dignastes de alimentá-los com o suavíssimo pão que desceu do céu.
Em verdade não há outro povo tão grande, que tenha deuses próximos de si, como vós, Deus nosso, estais perto de todos os vossos filhos, aos quais vos dais em alimento para consolação quotidiana e para elevar-lhes o coração ao céu.
3. Que povo haverá mais nobre do que o povo cristão?
Que criatura haverá, de baixo do céu, tão querida como a alma fiel, a quem Deus se comunica para sustenta-la de sua carne gloriosa?
Oh! Graça inefável! Oh! admirável bondade!
Oh! amor imenso, reservado só ao homem!
Mas que darei ao Senhor por tal mercê, por tão singular caridade?
Nada mais agradável posso oferecer a Deus, que lhe dar todo o meu coração para me unir, intimamente, com ele.
Quando a minha alma estiver perfeitamente unida a Deus, exultarão de júbilo todas as minhas entranhas; e dir-me-á ele: Se queres ficar comigo, também eu quero ficar contido. E responderei eu: Dignai-vos, Senhor, pois ardentemente desejo ficar convosco: outro desejo não tenho, que unir meu coração ao vosso.


Este estudo é do livro “Imitação de Cristo” de autoria de Tomás de Kempis. Edições Paulinas 1982.





terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Imitação de Cristo



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Imitação de Cristo e do desapego das vaidades do mundo.

1. Quem me sege não anda em trevas, diz o Senhor. São estas as palavras de Cristo pelas quais somos exortados a imitar sua vida e seus costumes, se verdadeiramente desejamos ser esclarecidos e livres de toda a esgueira de coração. Seja, pois, nosso principal empenho meditar a vida de Jesus Cristo.

2. A sua doutrina sobreleva a de todos os santos e, quem possuir o seu espírito encontrará um maná escondido.

Acontece, porém, que muitos da frequente audição do Evangelho tiram pouco proveito, por não terem o espírito de Cristo.

Quem quiser, pois, entender plenamente e com proveito as palavras de Cristo, deve conformar sua vida com a dele.

3. Que te aproveita discorrer sabiamente sobre a Trindade se, por falta de humildade, lhe desagradas?

De certo não são as palavras sublimes que tornam o homem santo e justo; mas uma vida virtuosa o faz agradável a Deus.

É preferível experimentar a compulsão a saber defini-la.

Ainda que soubessem de cor toda a Bíblia e as máximas de todos os filósofos, de que me serviria tudo isso sem caridade e a graça de Deus?

4. Vaidade das vaidades e tudo vaidade; exceto amar a Deus e só a ele servir.

A suprema sabedoria consiste em procurar o reino dos céus pelo desprezo do mundo.

Vaidade, pois, buscar riquezas perecedouras e nelas pôr sua confiança.

Vaidade também desejar honras e comprazer-se na elevação.

Vaidade seguir os apetites da carne e ambicionar o que mais tarde deve ser verdadeiramente punido.

Vaidade aspirar a longa vida, sem cuidar de que seja boa.

Vaidade atender somente a vida presente, sem prever as coisas futuras.
Vaidade amar o que tão depressa passa e não buscar, pressuroso, a felicidade que sempre dura.

Lembra-te amiúde do provérbio: Os olhos não se fartam de ver, nem os ouvidos de ouvir.

Aplica-te, pois, em desviar de teu cora o amor das coisas visíveis e volta-te para as invisíveis; pois os que seguem os atrativos da carne, mancham a consciência e perdem a graça de Deus.


Obs.: Este estudo é do Livro “Imitação de Cristo”, de autoria de Tomas Kempis. Edições Paulinas – 1982.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Infinito Amor





Amor Infinito

espirito-santo.jpgO Espírito Santo é o amor infinito que procede do Pai e do Filho. Ele se nos dá, possui-nos e se deixa possuir por nós, para iluminar o espírito do homem e aquiescer-lhe o coração, pela sua presença inefável; e ali, como nosso mais puro, simples e humilde hóspede, ensinar-nos todos os segredos divinos necessários, pelos quais nos conduzirá, até mesmo, ao gozo, no sofrimento.

Creio que é por isso que Sta. Teresa de Lisieux pôde exclamar: “No mundo encontrei a alegria e a felicidade, mas somente na dor”.

Assim, a alegria que brota da dor e que o Espírito Santo extrai para consolo do nosso coração, não é a alegria do mundo, mas a perfeita alegria; a alegria que do coração de Deus só existe nos corações que amam verdadeiramente e, na sua vontade, correspondem ao sublime amor eterno.

Diz-nos D. Luis M. Martinez que o Paráclito, não apenas é o amor, mas o único que pode envolver de alegria a dor, o único que pode extrair  do próprio seio da dor.

O que nos é preciso  para desfrutarmos das consolações do Divino Espírito?

a) Termos um coração dilatado na entrega, na humildade, na fé, na posse e no amor.

Is 60,5-6:- Essa visão tornar-te-á radiante; teu coração palpitará e se dilatará, porque para ti afluirão as riquezas do mar, e a te virão os tesouros das nações. Serás invadida por uma multidão de camelos, pelos dromedários de Madiã e de Efá; virão todos de Sabá, trazendo ouro e incenso, publicando os louvores do Senhor.

II Cor 6,13:- Correspondei-me com igual ternura. Falo como a meus filhos; também vós outros abri largamente os vossos corações.

b) Temos um espírito purificado e santificado.

Mt 5,8:- Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.

Hb 12,14:- Procurai a paz com todos e ao mesmo tempo a Santidade, sem a qual ninguém pode ver o Senhor.

c) Termos uma alma ardente no amor, porque a vida é fruto do amor infinito e misericordioso do Pai Eterno.

I Pd 1,22-23:- Em obediência à vontade, tendes purificado as vossas almas para praticardes um amor fraterno sincero. Amai-vos, pois, uns aos outros, ardentemente e do fundo do coração. Pois fostes regenerados não duma semente corruptível, mas pela palavra de Deus, semente incorruptível, viva e eterna.

Assim, quanto mais entrarmos em estado de perfeição, mais viveremos as virtudes e dons, e pouco a pouco nosso coração e nosso espírito experimentarão o estado do enlevo e das consolações.

Rm 15,4-5:- Ora, tudo quanto foi escrito, foi escrito para a nossa instrução, a fim de que, pela perseverança e pela consolação que dão as escrituras, tenhamos esperança.

No entanto, sabemos que o Espírito Santo consola a todos na dimensão  da simplicidade do amor de cada um de seus filhos e filhas. Não há um parâmetro específico, porque o parâmetro é o próprio amor, que em tudo se basta e completa na perfeição de si mesmo.


João C. Porto.

sábado, 26 de dezembro de 2015

A Quem Temeremos?



A Quem Temeremos!...

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   O Senhor é minha luz e minha salvação, a quem temerei? O Senhor é o protetor da minha vida, de quem terei medo? (Sl 26,1).

Na verdade, tudo temos e podemos em Jesus Cristo.

“Tudo posso naquele que me conforta”. (Fl 4,13).

Ora, o Senhor Jesus Cristo é tudo pra Mim!... 

(No livro de cânticos da Renovação Carismática católica, encontramos este cântico):

“Jesus Cristo é tudo pra mim!...(x)
Jesus Cristo é tudo pra mim!...(x)

Ele é o tesouro que tenho,
Guardado em meu peito,
Ele é tudo pra mim!... (x).

                 2

Jesus Cristo é tudo pra mim!... (x)

Ele é o tesouro perfeito,
Que trago em meu peito,
Ele é tudo pra mim!... (x).

Quem confia no Senhor será sempre vitorioso! Davi, em quarenta anos de reinado, dirigindo o povo de Deus, não perdeu uma única batalha.
Ora, o que o Senhor, nosso Deus, falou acerca do seu servo Davi?

“Achei Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que fará todas as minhas vontades”. (At 13,22).

Assim, são três os protótipos de nossa Salvação: “Abraão, Davi e o Senhor Jesus Cristo, Filho do pai Eterno”.

Na verdade, tudo temos e podemos em Jesus Cristo.

Fl 4,13:- Tudo posso naquele que me conforta.

Pr 16,9:- O coração do homem dispões o seu caminho, mas é o Senhor quem dirige seus passos.

Para sermos filhos de Deus, devemos ser guiados pelo Espírito Santo.

Rm 8,14:- Pois todos os que são conduzidos pelo Espírito Santo são filhos de Deus.

Na verdade, somos filhos de Deus!...

Gl 4,6:- A prova de que sois filhos é que Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai!”.

Rm 8,15:- Porquanto não recebestes um espírito de escravidão para viverdes ainda no temor, mas recebestes o espírito de adoção pelo qual clamamos: Aba! Pai!

É D. Luís M. Martinez que nos diz que o Espírito Santo, depois do consolo da união, dá-nos o consolo da esperança.
Como se dará isto?

É São Paulo que nos ensina:

Ef 1,13-14:- Nele também vós, depois de terdes ouvido a palavra da verdade, o Evangelho da vossa salvação no qual tendes crido, fostes selados com o selo do Espírito Santo que fora prometido, o qual é o penhor da nossa herança, para a redenção do povo adquirido (por Cristo) em louvor da sua glória.

Ora, o que é o penhor?

É o que se dá em garantia da promessa. Algo mais sublime e mais valioso.

Qual é o gozo da esperança?

É a alegria interior que experimentamos e vivemos, em virtude da presença do Espírito Santo em nossos corações. É ele que nos capacita em confiança e certeza das realizações prometidas.

Hb 11,1:- A fé é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito do que não se vê.

Qual é, então o penhor de nossa herança?

É o Espírito Santo!...

Dessa forma, temos a alegria da espera, porque com firma a certeza de tudo que nos foi prometido; do penhor que é infinitamente superior e da herança que, pela fé em Jesus Cristo, Senhor e seu amor, vislumbramos.

Abraão alegrou-se com as promessas de Deus.

Gn 12,3:- Abençoarei aqueles que te abençoarem, e amaldiçoarei aqueles que te amaldiçoares; todas as famílias da terra serão benditas em ti.

Além de o Espírito Santo ter tantas consolações e nos consolar de tantas maneiras diferentes, porque é amor e, só o amor consolável, temos de falar em mais uma consolação, por ser muito especial:

É a consolação da dor!...

A princípio é paradoxal se pensar em consolo na dor; contudo, só Deus, do seio da dor... Contudo só Deus pode, do seio da dor, extrair a alegria em forma de consolo absoluto.

Diz-nos D. Martinez que a única coisa que consola na dor é o amor.

Por que é, então, que o amor consola até mesmo na dor?

Porque o amor é o único Dom que pode envolver a dor e extrair a alegria da vitória.

Rm 8,35.38-39:- Quem nos separará, pois, do amor de Cristo? 38: Estou certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as virtudes, nem as coisas presentes, nem as futuras, nem a força 39: nem a altura, nem a profundidade, nem nenhuma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Jesus Cristo nosso Senhor.

O amor de Deus é “firme e invencível”. Ele é absolutamente grande de mais para que possamos compreendê-lo no todo.

O amor é o único que torna leve o que é pesado (Mt 11,29-30); o amor em nós é o único sentimento que dá sabor ao que é amargo. Não existe nada mais doce e excelente do que o amor. Quando ele chega ao coração é semelhante a luz que dissipa as trevas , a água que mata a sede e o pão que conforta o faminto. Por isso existe, ainda que na dor, algo infinitamente maior que nos pode consolar, porque ele é o próprio Deus que tomou as nossas dores para nos comunicar o gozo do amor, a consolação dos corações que se abrem para Deus, porque de Deus veio a vida, e esta é maior do que a dor e a morte, porque é fruto do amor.

“O Espírito de Deus me criou, e o sopro do Todo-poderoso me deu vida” (Jó 33,4).

Diz-se que a formula perfeita do amor nos corações dos degredados filhos de Eva é a alegria que do seio da dor brota com esta expressão: amo-te até a morte, porque sinto que é a doçura do meu coração e minha herança eterna.

JCP/jcp.





































quem 


































temeremo?

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Acolher o amor do Pai!


Acolher o Amor do Pai!...

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Quem primeiro acolheu, no tempo da plenitude, o Amor do Pai Eterno, para que podéssemos desfrutar das consolações divinas foi Maria de Nazaré, A Virgem Santíssima, a Mãe universal; aquela que nos trouxe a vida sobrenatural do Criador e deu ao Criador a vida natural das criaturas.

Por isso é que se diz: Onde abundou o pecado, superabundou a graça.

Rm 5,20s:- Sobreveio a Lei para que abundasse o pecado. Mas, onde abundou o pecado, superabundou à graça. Assim como o pecado reinou para a morte, assim também a graça reinaria pela justiça para a vida eterna, por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor.
Quantas são as consolações do Espírito Santo? Inúmeras, cada fruto do Espírito Santo, na verdade, é uma Consolação.

Para resumir nosso estudo, apreciemos as quatro grandes consolações do Espírito Santo:

a) Consolação da liberdade.

Jo 8,31. 36:- E Jesus dizia aos judeus que nele creram: “Se permaneceres na minha palavra, sereis meus verdadeiros discípulos; conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Se, portanto, o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livres.

b) A consolação da união.

Jo 6,35:- Jesus replicou: “Eu sou o pão da vida: aquele que vem a mim não terá fome, e aquele que crer em mim jamais terá sede”.

c) A consolação da esperança.

Rm 5,5:- E a esperança não engana. Porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.

d) A consolação da dor.

Mt 5,4:- Bem-aventurado os que choram, porque serão consolados!

Assim, a primeira consolação que o Espírito Santo nos concede é o gozo da liberdade. Ora, estávamos escravizados ao pecado e Cristo nos libertou. (Jo 8,31.36).

Uma vez livres em Jesus, somos Igreja em comunhão com o Senhor. Aí estão a paz e a alegria da liberdade no amor, isto é, a consolação da liberdade.

Que princípio é este?

Ora, D. Luís M. Martinez nos diz: “Se não somos felizes é porque não somos livres”.

Nesse caso, há muitas coisas que nos oprimem e nos tira a alegria do viver; sofremos e fazemos os outros sofrerem.

Assim, entendemos que o coração vazio é um coração livre para o amor; e um coração que ama é livre do vazio!... Portanto, diz-nos D. Luis M. Martinez que “depois de dar-nos o consolo da liberdade, o Espírito Santo nos dá o consolo da união”.
Ora, uma das funções do amor é unir. Assim, todos os que se amam convivem em união; porque se conhecem plenamente, e daí, a alegria da comunhão, a alegria do consolo. (Jo 14,27).

Com efeito, o que forma a união do Pai com o  Filho é o amor, o Espírito Santo de Deus. Do mesmo modo, o que deve formar a nossa união é o amor que dele recebemos. (I Cor 5,17).

Se vivermos o consolo da união do Espírito Santo, somos confortados e consolados em todos os momentos de nossa vida. Assim, a alegria dessa consolação brota ne todos os lados, como os pontos cardiais.

Nesse caso, temos confiança. A nossa fé é firme, não há conflitos e sim justiça, paz e alegria no Espírito Santo (Rm 14,17); porque é Reino de Deus, reino de virtudes. (I Cor 4,20).

João C. Porto.